Por que Biblow não viajou?
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Quantas perguntas precisamos responder para entendermos a perda de alguém que tanto amamos? Que respostas buscamos para confortar uma dor que não tem tamanho, que é imensurável? Escrever este livro me possibilitou encontrar uma forma de elaborar o luto através da escrita, de ilustrações diversas e do aprendizado compartilhado com muito carinho e acolhimento pelo grupo “As traças em traços”, mediado por Renata Vilanova e composto por Denise Vianna, Edwiges Barros, Nilma Araujo, Rita Catete e por mim. Foi uma maneira de contar a história de uma vida, uma história de amor. A resposta, na verdade, nunca esteve tão perto. O amor nunca deixou de existir e nunca deixará. A transformação da dor em uma saudade infinita é o processo gerado por esse amor que pode se manifestar em tudo, inclusive na forma de um cachorrinho de pelúcia chamado Biblow. Mariza Diniz